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BLOG DO CARLOS EUGÊNIO | sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

 

As fortes chuvas registradas no Agreste Meridional também provocaram alagamentos e transtornos no Distrito de São Pedro, em Garanhuns, nas últimas horas. O grande volume de água invadiu ruas e residências, causando prejuízos materiais e levando diversas famílias a deixarem suas casas.

 

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De acordo com informações da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, as ruas da Lagoa e da Barriguda estão entre as áreas mais afetadas. Com o avanço rápido da água, moradores relataram perdas de móveis e de criações de animais, como ovelhas e galinhas. Não houve registro de vítimas ou feridos.

 

 

A Defesa Civil informou que cerca de 200 famílias foram prejudicadas. Parte delas está sendo acolhida provisoriamente na quadra de esportes do Distrito, enquanto equipes da Secretaria Municipal de Assistência Social prestam atendimento às pessoas desalojadas. Até o momento, não há um número oficial consolidado sobre quantas famílias tiveram que deixar suas residências. Ainda segundo o Órgão, o nível do Rio Canhoto apresenta redução.

 

 

Em relato que circula nas redes sociais, uma Moradora afirmou que o nível da água subiu rapidamente, dificultando a retirada de pertences. “O volume da água subiu muito rápido e não tivemos como tirar nada. Assim como em 2022, muita gente perdeu tudo”, disse. O pároco do Distrito, Padre Leandro, também fez um apelo por ajuda às famílias atingidas durante participação no programa Arraiá do Gláucio Costa, da Marano FM.

 

 

Segundo a Defesa Civil o volume de chuva registrado em Garanhuns nas últimas horas foi de aproximadamente 24 milímetros. Até o fechamento desta reportagem, a Prefeitura de Garanhuns não havia se pronunciado oficialmente sobre as ocorrências.

 

 

SITUAÇÃO SEMELHANTE EM 2022 – O Distrito de São Pedro já havia enfrentado cenário parecido em julho de 2022, quando aproximadamente 200 famílias sofreram prejuízos e precisaram ser acolhidas na Escola José Ferreira Sobrinho. Na ocasião, o Município realizou ações emergenciais, incluindo desassoreamento do Rio e alargamento das margens, com o objetivo de reduzir os impactos de novos alagamentos. (@blogcarloiseugenio)