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BLOG DO CARLOS EUGÊNIO | segunda-feira, 13 de julho de 2026

 

O vereador Gersinho Filho esteve no Ministério Público de Pernambuco (MPPE), nesta segunda-feira, dia 13, acompanhado de representantes das famílias atingidas pela demolição de imóveis e retirada de plantações realizadas pela Prefeitura de Garanhuns, na última sexta-feira, dia 10, em uma área pública localizada nas imediações do Hospital de Amor, na CIELA, no bairro Dom Hélder Câmara (Cohab 3).

 

  Clique na imagem para conferir o Vídeo. 

 

Em publicação nas redes sociais, Gersinho afirmou ter colocado uma estrutura jurídica à disposição dos moradores e informou que os advogados Fernando Holanda e Isabela Souto atuarão no caso.

 

  Clique na imagem para assistir o Vídeo. 

 

“O povo não está sozinho. São pessoas simples, trabalhadoras, muitas há mais de 15 anos em suas casas, que agora vivem o medo de serem expulsas sem sequer terem o direito de se defender. Isso não é só sobre moradia. Isso é sobre dignidade, respeito e justiça”, escreveu.

 

 

Em vídeo gravado após deixar o MPPE, Gersinho afirmou que também recorrerá ao Poder Judiciário para assegurar os direitos das famílias.

 

 

“Recorremos ao Ministério Público e também ao Judiciário para que essas pessoas tenham direito ao contraditório e para que o devido processo legal seja respeitado. Estamos falando de pessoas, de famílias, de vidas e sonhos. Não pode a Prefeitura agir ao seu bel-prazer e passar por cima de tudo e de todos”, declarou.

 

 

POSIÇÃO DA PREFEITURA – Em nota encaminhada ao Blog do Carlos Eugênio, a Prefeitura informou que os imóveis estavam situados em área pertencente ao Município e que os ocupantes haviam sido previamente notificados para desocuparem o local.

 

 

Segundo a Administração Municipal, os terrenos possuem perfil estratégico para futuros investimentos públicos e privados voltados à geração de emprego e renda. A gestão também informou que disponibilizou atendimento por meio dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) às famílias que se considerarem prejudicadas e reiterou que “os terrenos públicos não estão suscetíveis a invasões”. (@blogcarloseugenio)