
Com base em reportagem exibida pelo programa Domingo Espetacular, da TV Record, e antes mesmo da Secretaria de Defesa Social trazer a versão sobre a Operação Nova Missão, desencadeada pela Polícia Civil no ano passado para investigar denúncias de corrupção na Prefeitura do Recife, o Prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino (PSB), usou as redes sociais para classificar o trabalho policial como “clandestino” e acusou o Governo do Estado monitorar adversários políticos.

Em publicação nas redes sociais, Sivaldo afirmou que a Operação ocorreu sem inquérito e sem ordem judicial, caracterizando, segundo ele, uma “polícia paralela” com fins eleitorais. O Prefeito comparou o episódio a práticas da ditadura militar e disse que houve ruptura da normalidade democrática.
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Sivaldo Albino cobrou esclarecimentos sobre quem teria autorizado a Operação e se outras autoridades, como Prefeitos e Deputados, também teriam sido monitoradas. Segundo ele, a reportagem apresentada em rede nacional traria provas de um “absurdo inaceitável” que exige resposta das Instituições.
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A manifestação do Prefeito ocorreu antes de a Secretaria de Defesa Social divulgar a versão oficial da Polícia Civil, que posteriormente negou ilegalidades e afirmou que a atuação foi limitada a uma verificação preliminar, dentro da legalidade (saiba mais AQUI).

O Governo do Estado não comentou as declarações do Prefeito de Garanhuns. Não respondendo diretamente a Sivaldo, a deputada Estadual Débora Almeida registrou que “transformar um procedimento legal em uma narrativa de perseguição é desinformar a sociedade. O Estado Democrático de Direito exige que se investiguem fatos, e não pessoas, sempre com respeito às garantias constitucionais”, afirmou a Parlamentar (saiba mais AQUI). (@blogcarloseugenio)
