BUSCA DE NOTÍCIAS 2021
BUSCA DE NOTÍCIAS DE 2013 A 2020
 
Uma van da Prefeitura de Garanhuns que transportava
pacientes para serem atendidos em Caruaru, foi assaltada na madrugada desta
segunda-feira, dia 16, na BR-423, entre os municípios de Jupi e Lajedo.
Segundo informações da Polícia, as vítimas foram
interceptadas por cinco homens armados em um veículo, que levaram os pertences
dos passageiros, dentre celulares e dinheiro.
Na manhã de hoje, dia 16, as sete pessoas que estavam na
van no momento do crime, incluindo o motorista, todos de identidade não registrada, foram prestar queixa de roubo
na 18ª Delegacia de Polícia de Garanhuns. No local, a informação é de que
assaltos têm sido constantes naquela Rodovia, sobretudo nos dias em que
acontece a Feira da Sulanca de Caruaru. Apesar de os assaltantes terem
roubado os bens das vítimas, não levaram o veículo. Ninguém saiu ferido.
(Com informações da Rádio Jornal Garanhuns.
CONFIRA)


 
A Secretaria de
Agricultura e Reforma Agrária (SARA), por meio da Agência de Defesa e
Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro), alcançou 94,4% de cobertura
vacinal, na segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa,
realizada no último mês de novembro. O percentual supera o percentual mínimo de 90%
exigido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). 
Nesta segunda fase da Campanha, foram imunizados 1.787.661 bovídeos, de um rebanho
correspondente a 1.893.393 animais. “Intensificamos a orientação sobre a
importância da vacinação para a pecuária pernambucana e esse trabalho tem
proporcionado resultados satisfatórios, sempre superiores ao percentual
recomendado pelo MAPA”, explicou o secretário de Agricultura e Reforma
Agrária, Nilton Mota.
Pernambuco é reconhecido internacionalmente como área livre de febre
aftosa com vacinação desde 2014. “Os dados comprovam que os produtores
estão comprometidos com a sanidade animal do nosso Estado, imunizando seu
rebanho e declarando nos escritórios da Adagro”, pontuou a presidente da Adagro,
Erivânia Camelo
.
A Campanha é realizada duas vezes por ano, nos meses de maio e
novembro, em quase todos os estados da federação, como determina o calendário
anual do Ministério da Agricultura.

Febre aftosa é uma doença altamente contagiosa, que atinge bois,
búfalos, cabras, ovelhas e porcos, mas apenas os bovinos e bubalinos podem ser
vacinados. O vírus causa febre, ferimentos na boca, garganta e na pele ao redor
dos cascos. Os animais ficam bastante debilitados, produzindo muita saliva,
parando de andar e comer.

 
Em tempos de crise a
capacitação pode fazer toda a diferença na hora de conquistar a vaga de emprego
ou até mesmo garantir a permanência na empresa. Durante todo o mês de janeiro,
a UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau está realizando o projeto
Capacita, que visa qualificar a população por meio de cursos gratuitos.
Passando por várias áreas de atuação, o projeto oferece mais de 8.400 vagas
distribuídas em 140 cursos de diversas áreas.
Trata-se do projeto Capacita,
que tem o objetivo de levar cursos rápidos de capacitação a qualquer pessoa
interessada em qualificação profissional e adquirir novos conhecimentos. As
vagas previstas no projeto Capacita contemplam
as seguintes atividades: Minicurso de Oratória, Como Garantir a Excelência no
Atendimento ao Cliente, Noções Básicas de Excel, Como Elaborar um Currículo
Competitivo, entre outros. Também estão na lista Oficina de Doces Finos, Pratos
Veganos com Aproveitamento Integral dos Alimentos, Primeiros Socorros e Maquiagem
de Carnaval.
Os cursos, cujas inscrições estão abertas desde o último dia 4, acontecem
nos turnos da manhã, tarde e noite, nos blocos A, C, D, E, na Clínica Escola de
Fisioterapia, no CST e na UNINASSAU Boa Viagem, em Recife. Para participar das
oficinas, os interessados podem se inscrever através do telefone (81)
3413-4611, presencialmente (Recepção do Bloco C) ou clicando AQUI. No dia do curso, é preciso
realizar a doação de 2kg de alimentos não perecível ou dois pacotes de leite em
pó, que serão destinados às entidades carentes. As vagas são limitadas. Confira neste link a programação completa. 


 
Garanhuns brilhou na Meia Maratona Parque da Lagoa, de João Pessoa. É
que a equipe de atletismo comandada pelo técnico Adejilson Mendes, o Bingo, fez
a festa neste domingo, dia 15, e conquistou cinco colocações no pódio nas
categorias 21 e 10km.  
Na categoria 10Km, os corredores Marcos Antônio; Gleison Santos e
Gilmar de Oliveira, conquistaram os 1º, 2º e 3º lugares, respectivamente. Já na
prova dos 21km, Enio Kleiton abocanhou a 2ª colocação, enquanto que José Márcio Leão (imagem ao lado)
ficou com o título da principal prova do Evento, cuja largada aconteceu no
Parque da Lagoa, um dos principais atrativos turísticos de João Pessoa.

O próximo desafio dos atletas garanhuenses será em Maragogi-AL no
próximo sábado, dia 21. A equipe disputará os 9Km da XV Corrida de São Gonçalo,
organizada pelo Grupo Salinas de Hotéis e Resorts. Os atletas contam com o
patrocínio da Prefeitura de Garanhuns, através da Secretaria de Juventude,
Esportes e Lazer.


Um homem de 25 anos foi
encontrado morto na manhã desse sábado, dia 14, na Zona Rural de Garanhuns. O Corpo
da Vítima foi encontrado no Sítio Travessia.
De acordo com informações da
Polícia Militar, José Cícero Soares da Costa, conhecido popularmente por “Cicinho
Tavares”, morava no Sítio Açucena, Zona Rural de Lagoa do Ouro. Ele teria sido
assassinado a tiros por volta das 19h30min da noite anterior, porém o corpo só
foi localizado na manhã seguinte.

Segundo o Portal Agreste
Violento, Policiais Civis da 18ª Delegacia Seccional estiveram no local e após
periciar o local do Crime, encaminhou o corpo ao Instituto de Medicina Legal
(IML) através de uma funerária contratada pela família. É que de acordo com o
Agreste Violento, o Estado não dispõe de serviços funerários nesta Região. A 22ª
Delegacia de Homicídios de Garanhuns investiga o Homicídio, o 5º registrado
neste ano de 2017, aqui em Garanhuns. (Com
informações e imagem de www.agresteviolento.com.br)


 
Depois de mais de um ano
desativada, a Cadeia Pública de Garanhuns, instalada na comunidade da Várzea,
será reaberta na próxima terça-feira, dia 17. A informação partiu do secretário
Estadual de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Pedro Eurico, durante
entrevista publicada na Folha de Pernambuco.
Em meio a uma grave crise
prisional no País, evidenciada pelas mortes em presídios do Amazonas e de
Roraima e pela recente rebelião no Rio Grande do Norte, o Secretário Estadual comentou
o fato de Pernambuco, ter, proporcionalmente, a maior superlotação de presos do
País e registrou algumas providências para evitar 
a
disputa de organizações criminosas pelo poder dentro das cadeias. 

Dentre as ações do Governo, está a reabertura da Cadeia de
Garanhuns, que terá capacidade para receber 208 encarcerados. “Estamos construindo
sete presídios em Araçoiaba, que queremos entregar em 2018, e retomamos
Itaquitinga, com a construção da primeira das cinco unidades. Prevemos para
agosto de 2017 e a possibilidade de começar a segunda. E no dia 17, vamos abrir
o minipresídio de Garanhuns, com 208 vagas. Estamos reformando a Penitenciária
Juiz Plácido de Souza, em Caruaru, com recursos do tesouro estadual e mão de
obra 100% dos presos, uma experiência, inclusive, inusitada”, registrou Pedro
Eurico a Folha.
A Cadeia Pública de Garanhuns
está desativada desde o dia 27 de novembro de 2015, quando foi registrada uma rebelião
no local. O Motim, com queima de colchoes e móveis começou
no pavilhão B e se espalhou por todo o complexo prisional, e teria sido motivado
pelo atraso em 5 meses no pagamento do auxílio alimentação. O Governo Estadual
não confirmou a versão dos Presos. Depois do ocorrido, os detentos foram
transferidos para outras Unidades Prisionais do Estado e a Cadeia de Garanhuns,
onde já funcionou a Colônia Penal Feminina, passou por uma reforma. (Com imagens da Folha de Pernambuco; Portal Agreste Violento e reprodução TV Asa Branca/Globo)


 
A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) abriu seleção simplificada
para preenchimento de 58 vagas para o cargo de professor substituto. São 47
vagas para o campus Recife, incluindo o Colégio de Aplicação (CAp), e 11 para o
Centro Acadêmico de Vitória (CAV). O concurso reserva vagas para candidatos
negros. Para uma jornada que pode ser de 20h ou 40h semanais, os salários
variam de R$ 2.104,93 a R$ 5.143,41.
As inscrições começam nessa segunda-feira, dia 16, e seguem até o dia 25
deste mês, na secretaria dos departamentos/núcleos que oferecem as vagas e na
secretaria do CAp. O atendimento acontece em dias úteis, conforme horários
indicados no edital. A taxa de participação custa R$ 130. Os
candidatos que estão inscritos no CadÚnico e que são membros de família de
baixa renda poderão solicitar isenção do valor.
As vagas para o Recife são distribuídas da seguinte forma: Centro de
Artes e Comunicação (8 vagas); Centro de Biociências (1 vaga); Centro de
Ciências Exatas e da Natureza (6 vagas); Centro de Ciências da Saúde (8 vagas);
Centro de Ciências Sociais Aplicadas (7 vagas); Centro de Educação (9 vagas,
sendo seis para o Colégio de Aplicação); Centro de Filosofia e Ciências Humanas
(3 vagas); e Centro de Tecnologia e Geociências (5 vagas). Já as oportunidades
para o Centro Acadêmico de Vitória (CAV) são para o Núcleo de Biologia (1
vaga); Núcleo de Enfermagem (5 vagas); Núcleo de Nutrição (3 vagas); e Núcleo
de Educação Física (2 vagas).

A seleção dos candidatos será feita por meio de julgamento de títulos;
prova escrita e/ou prova didática ou didático-prática. O cronograma do processo
seletivo será informado ao candidato no ato da inscrição. Mais informações,
acesse:
 https://www.ufpe.br/progepe/ . (Com informações da Folha de Pernambuco.
CONFIRA)

 
Um episódio que
por muitos anos permaneceu velado na cidade de Garanhuns completa 100 anos hoje,
dia 15, e vem sendo marcada por uma programação especial coordenada pelo Instituto
Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns, e que contou com a presença do
Prefeito em Exercício, Haroldo Vicente (PSC).


Originada a
partir de uma briga entre duas correntes políticas, a Hecatombe de Garanhuns
deixou cicatrizes profundas. Até hoje, há quem se emocione ou evite falar sobre
o fato que espalhou sangue e dor pelo Município. No dia 15 de janeiro de 1917,
num massacre impiedoso, 18 pessoas foram mortas no prédio onde funcionava a
cadeia pública da Cidade (atual prédio da Compesa, no centro da Cidade). Entre
as Vítimas, estavam sete membros da sociedade, cinco soldados da Polícia
Militar, cinco jagunços e um morador que passava pela rua no momento do
tiroteio.






O estopim para a matança dos chefes de tradicionais famílias garanhuenses, como
Jardins, Miranda e Ivo foi o assassinato do deputado estadual Júlio Brasileiro,
morto pelo capitão Francisco Sales Vila Nova, no Café Chile, na Praça
Independência, no Recife, em 12 de janeiro daquele ano. Um crime cometido por
apenas um homem, mas que foi vingado em pessoas sem nenhuma ligação com a morte
do deputado.






“O assassinato de Júlio Brasileiro foi o que gerou a Hecatombe de Garanhus.
Após saber da morte do marido, a viúva Ana Duperron pensou se tratar de um
complô armado pelos adversários políticos dele e decidiu mandar matar todos
eles. Foi um dia de massacre em Garanhuns. Pessoas inocentes foram assassinadas
dentro da cadeia pública, onde achavam que estariam protegidas. Policiais que
faziam a guarda também foram mortos”, conta o professor e escritor José Cláudio
Gonçalves de Lima, autor do livro “Os sitiados: a Hecatombe de Garanhuns”.



O DIA EM QUE
GARANHUNS VIROU CENÁRIO DE FAROESTE

– A notícia do assassinato de Júlio Brasileiro, que ascendia como liderança
política na região, rapidamente espalhou-se por Garanhuns. Após receber o
telegrama enviado pelo deputado Eutrópio Silva, no qual foi informada da morte
do marido, Ana Duperron e os parentes de Júlio escreveram para Alfredo
Brasileiro Viana, sobrinho de Júlio que morava em Brejão, pedindo que ele
viesse a Garanhuns e trouxesse vários jagunços. A presença dos mais de 100
homens armados pelas ruas da cidade assustou a população e os adversários
políticos de Brasileiro. A princípio, a viúva e os familiares de Júlio disseram
que os jagunços seriam para protegê-los, no entanto, em pouco tempo, iniciaram
a vingança do crime ocorrido no Recife. Casas e estabelecimentos comerciais dos
políticos que faziam oposição a Brasileiro começaram a ser atacados.






“Ao saber da morte do marido, Ana Duperron disse que não receberia pêsames.
Falou também que só vestiria luto quando as outras vestissem e que só choraria
quando as outras chorassem. Referindo-se às mulheres dos líderes políticos
adversários de Júlio Brasileiro. Ela acreditava que a morte do marido havia
sido tramada por eles”, ressalta o professor e escritor José Cláudio Gonçalves
de Lima. Cláudio é o coordenador da Comissão do Memorial do Centenário da
Hecatombe de Garanhuns, criada pelo Instituto Histórico e Geográfico de
Garanhuns para registrar a passagem dos 100 anos da hecatombe.





Com medo, muitas famílias deixaram a Cidade. Quem ficou, preferiu o silêncio.
Nem mesmo os descentes dos envolvidos ou vitimados na hecatombe costumavam
tocar no assunto. E assim foi por muitos anos. Hoje, pouca gente conhece a
história. Natural de Garanhuns, o escritor Mário Márcio de Almeida Santos também
escreveu sobre o tema. Ganhou o prêmio Othon Bezerra de Melo, da Academia
Pernambucana de Letras (APL), em 1992, com o livro Anatomia de uma tragédia – a
Hecatombe de Garanhuns. Mário Márcio, que ocupou a cadeira de número 4 na APL,
morreu em setembro de 2015, aos 88 anos.


Com ameaças a todo momento, o pânico tomou conta da cidade naquele 15 de
janeiro. “Os jagunços e parentes de Brasileiro foram até a casa de Manoel
Jardim, onde agrediram as filhas e a esposa dele. Em seguida, foram ao armazém
dos irmãos Miranda e atiraram várias vezes, mas Argemiro e Júlio Miranda
estavam escondidos. Depois seguiram para o armazém de Sátiro Ivo e ameaçaram
invadi-lo, mas depois foram embora”, relata José Cláudio Gonçalves. Ainda
segundo o professor, os agressores seguiram para a casa de Antônio Borba
Júnior, aliado dos Jardins, mas também não o encontraram. 

Temendo pela sua vida, Borba Júnior pediu ajuda ao delegado e tenente Antônio
de Pádua Pimentel Meira Lima, que o aconselhou a se esconder na delegacia, onde
também funcionava a cadeia pública da Cidade. “Logo em seguida, o tenente Meira
Lima foi até a casa da viúva Ana Duperron, onde já estava o juiz José Pedro de
Abreu e Lima e os parentes de Brasileiro. Foi quando nasceu o plano de mandar
todas as outras lideranças políticas para a delegacia dizendo que lá estariam
protegidos. Além disso, o delegado havia retirado grande parte da munição que
estava na delegacia. Horas mais tarde, perto das 15h, todos os líderes
políticos foram supliciados. Foi um tiroteio que durou quase meia hora. Foi
muita violência. O reforço policial que estava vindo do Recife só chegou por
volta das 16h”, destaca o Professor.

“Houve uma grande conspiração para que esse fato (hecatombe) acontecesse. Todos
que morreram eram pessoas idôneas, fundadores de Garanhuns. Manoel Jardim foi
quem trouxe iluminação para essa cidade, inaugurou a primeira escola e calçou
várias ruas. Além da elite política que foi assassinada, cinco soldados
morreram e hoje pouca gente sabe quem foram essas pessoas que morreram tentando
defender os outros, o que é uma grande injustiça”, aponta o advogado Luís
Afonso de Oliveira Jardim, 57 anos, descendente de Manoel Jardim e membro da
Comissão do Memorial do Centenário da Hecatombe de Garanhuns. Luís Afonso conta
que só houve reação por parte das pessoas que estavam dentro da delegacia porque
suas tias conseguiram mandar duas armas e munições escondidas em bandejas de
comida. “Somente por isso eles reagiram. Mas não conseguiram sobreviver. Manoel
Jardim estava tão doente que foi levado para a cadeia pública em uma cadeira”,
completa Luís Afonso.

Aos 74 anos e neta de Argemiro Tavares de Miranda, dona Norma Carneiro Leão de
Miranda Losada conta o que sabe sobre a hecatombe. “Esse assunto sempre foi
muito velado na família. Meu pai tinha 8 anos quando meu avô foi assassinado e
minha avó, Mirandolina Souto de Miranda, deixou Garanhuns com os quatro filhos
pequenos. Meu tio Teotônio por pouco não morreu também. Ele estava na cadeia
pública, mas os jagunços disseram que não matariam criança. Neste domingo, vou
mandar celebrar uma missa em memória de todos os que morreram na hecatombe”,
destaca Norma Miranda. Até hoje, dona Norma guarda o relatório do inquérito
policial feito pelo então juiz de Gravatá, José Francisco Ribeiro Pessoa, que
investigou as mortes. As cópias foram custeadas pelas viúvas das personalidades
assassinadas, entre elas a avó de dona Norma.

A programação
oficial do Centenário da Hecatombe reuniu exposição, palestras, culto de ação de
graça, missa, sessão solene na Câmara de Vereadores, caminhada e fixação de uma
placa alusiva à data no prédio da Compesa, na Praça Irmãos Miranda, local onde
ocorreu o fato histórico. Toda a articulação para que a data se mantenha viva
na memória local está sendo realizada pelo Instituto Histórico e Geográfico e
Cultural de Garanhuns (IHGCG). 
(Por Wagner
Oliveira
/Diário de Pernambuco. CONFIRA)


 
A novela em que se tornou o
Concurso Público promovido pela Prefeitura de Capoeiras no ano de 2014 parece
não ter fim. É que a Juíza da Comarca de
Capoeiras, Priscila Maria de Sá Torres Brandão, acatou um pedido de Liminar
proposto pelo Ministério Público de Pernambuco e determinou que a Prefeita
Neide Reino (PSB) não nomeie e emposse qualquer candidato aprovado no Concurso
Público realizado pela Prefeitura de Capoeiras, até nova deliberação da
Justiça, sob pena de multa de R$ 25.000,00, por cada nomeação realizada, e de responsabilização
pessoal pelo crime de desobediência.
Segundo consta no corpo da decisão da Magistrada, “é
cristalino o perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo, uma vez que
a administração municipal poderia, no curso do processo, nomear e empossar
candidatos aprovados em concurso público que é alvo de questionamento judicial
relacionado à fraude (…); podendo acarretar danos ao erário com nomeações que
eventualmente possam ser declaradas ilegais”.
A Prefeita de Capoeiras, Neide
Reino (PSB), ainda não se pronunciou publicamente quanto à recente decisão da
Justiça, todavia em recente entrevista ao programa Falando com o Agreste, da
Marano FM, garantiu que “a decisão da Justiça será acatada pela Prefeitura”. 



O Concurso da Prefeitura de Capoeiras foi organizado pelo Instituto de
Desenvolvimento Social e Tecnológico – IDEST e ofereceu 86 vagas em diversos
cargos. As provas objetivas foram aplicadas no dia 29 de junho de 2014. Depois
de cerca de um ano e seis meses, no final de 2015, o Ministério Público ajuizou
uma Ação Civil Pública e pediu a anulação do Certame. A Ação foi convertida no
Processo nº 0000508-81.2015.8.17.0450. Ainda não há qualquer previsão de data para que o Processo
seja concluído. 


Essa é destaque no Blog Capoeiras:
“Na tarde dessa sexta-feira, dia 13, o município de Capoeiras parou para
se despedir do seu pároco, Monsenhor Geraldo Batista de Lima, falecido na noite
dessa quinta-feira, dia 12, no Hospital Português, em Recife. O sepultamento do
Religioso ocorreu no inicio da noite, na Matriz de São José, em Capoeiras. A
despedida foi marcada pela celebração de várias missas no decorrer do dia, e
pela emoção dos católicos, clero diocesano, autoridades, amigos e familiares do
Monsenhor.
A Santa Missa de despedida ao Monsenhor Geraldo Batista foi celebrada pelo
Bispo Diocesano Dom Paulo Jackson e contou com a participação de todos os Padres
da Diocese. Durante a Homilia, Dom Paulo registrou o significado da morte para
os que creem em Deus.
Autoridades também acompanharam a despedida ao Monsenhor Geraldo
Batista. Dentre os presentes, destaque para as prefeitas de Capoeiras, Neide
Reino e de São Bento do Una, Débora Almeida, além do Prefeito de Caetés, Armando
Duarte e o deputado estadual Alberto Feitosa.
Representando os paroquianos de São José, comunidade em que o Padre
Geraldo atuou como Pastor por cerca de 45 anos, o cidadão Roberto Noronha gradeceu
pelo Monsenhor haver existido. Ele relembrou uma frase que certa vez ouviu do
Monsenhor e que, segundo Noronha, mexeu com sua vida: “e se você não existisse, que falta você
faria?. Mas ainda bem que você existiu meu pai, nosso pai (espiritual) firme e
forte”, disse Roberto se referindo ao Monsenhor Geraldo.
Numa última homenagem, o féretro com o corpo do Monsenhor Geraldo
Batista foi carregado em cortejo pelos Padres e escoltado por militares do Exército
Brasileiro pela Praça João Borrego, retornando a Matriz de São José onde o Corpo
foi sepultado. (Com informações e
imagens de
https://blogcapoeiras.blogspot.com.br/)