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O deputado Federal Eduardo da Fonte (PP) oficializou nesta sexta-feira, dia 5, a pré-candidatura dele ao Senado Federal durante reunião realizada na sede do CODEAM, em Garanhuns. O encontro reuniu Prefeitos, Deputados, Ex-prefeitos, Vice-prefeitos, Vereadores e lideranças políticas de diversos municípios do Agreste Meridional, Central e Setentrional.

 

 

A agenda contou com a presença dos deputados Lula da Fonte, Dannilo Godoy, Izaías Régis, Claudiano Filho e Cleiton Collins, além do presidente da CODEAM e Prefeito de Saloá, Júnior de Rivaldo e do presidente da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP), Léo do Ar. Cerca de 15 Prefeitos também participaram do encontro.

 

 

Entre os gestores presentes, destaque para Arnóbio Gomes, de Terezinha; Edmilson da Bahia, de Correntes; Wilson Lima, de São João; Saulo Maruim, de Brejão; Zé Elias, de Calçado e Nivaldo de Tirri, de Caetés. O encontro também contou com a presença de Ex-prefeitos, dentre eles Expedito Nogueira, de Calçado; Matheus Martins, de Terezinha; João Lucas, de Bom Conselho; e Valmir do Leite, de Paranatama.

 

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“Esse reconhecimento das lideranças do Agreste nos dá ainda mais força para continuar trabalhando por Pernambuco”, afirmou Eduardo da Fonte ao discursar.

 

 

Antes da reunião na CODEAM, o Deputado participou de entrevista na Rádio Marano FM e abordou temas relacionados ao cenário político estadual e os desafios de Pernambuco para os próximos anos. Eduardo da Fonte integra o União Progressista, Federação formada por Progressistas e União Brasil, que também apresenta o Ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, como Pré-candidato ao Senado. Ambos apoiam a reeleição da governadora Raquel Lyra. (@blogcarloseugenio)

 


 

Após auditoria sobre a participação do Prefeito Sivaldo Albino na 33ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns do ano passado, o Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) determinou que a Prefeitura de Garanhuns adote medidas para reforçar o cumprimento do princípio da impessoalidade durante eventos financiados com recursos públicos.  

 

 

O Processo analisou aparições frequentes do Gestor no palco principal do evento, interações com Artistas e publicações em redes sociais. Segundo o TCE, algumas situações ultrapassaram os limites da divulgação institucional e merecem advertência e determinações administrativas.

 

 

Apesar disso, o relator do caso, conselheiro Valdecir Pascoal, entendeu que não houve comprovação de finalidade eleitoral ou promoção pessoal em nível que justificasse sanções.

 

 

Entre as determinações feitas pelo Tribunal estão a proibição de exposição excessiva de Gestores em eventos públicos, maior controle da Comunicação Institucional, inclusão de cláusulas em contratos de Artistas para impedir manifestações de promoção pessoal e cumprimento das regras previstas na Resolução TC nº 319/2026, expedida pelo próprio TCE-PE. A decisão foi acompanhada pelos conselheiros Marcos Loreto e Eduardo Porto durante sessão realizada nessa quinta-feira, dia 4.

 

 

JUSTIÇA – Recentemente, o TJPE autorizou parcialmente o Prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino (PSB), a realizar falas institucionais em eventos públicos promovidos pela Prefeitura. A decisão do Desembargador Paulo Victor Vasconcelos de Almeida reformou liminar do Juiz da Vara da Fazenda Pública de Garanhuns, que havia proibido manifestações do Gestor em festividades custeadas pelo Município.

 

Ao analisar o agravo de instrumento, o Desembargador concordou com argumento da defesa, destacando que Albino se encontra no exercício de segundo mandato consecutivo de Prefeito, o que afastaria eventual pretensão de reeleição para o mesmo cargo e reduziria o risco de utilização eleitoral imediata das manifestações impugnadas (relembre clicando AQUI).

 

A Ação foi movida em abril de 2023 e a prática de apresentar atrações, interagir com o público e com Artistas, assim como de divulgar programações futuras em eventos, se tornou recorrente, desde então, em todos as festividades custeadas com dinheiro público, sobretudo antes das eleições de 2024, em que Sivaldo Albino disputou e conquistou a reeleição. (@blogcarloseugenio)

 


 

O Prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino (PSB), contestou a decisão do Juiz Glacidelson Antônio da Silva, da Vara da Fazenda Pública de Garanhuns, que determinou a redução do cachê do cantor Conde Só Brega de R$ 120 mil para R$ 76 mil. O Artista está previsto para se apresentar no próximo dia 12 de junho, durante a Festa de Santo Antônio, na Praça Mestre Dominguinhos.

 

A decisão judicial atendeu ação movida pelo Promotor Bruno Gottardi, da 2ª Promotoria da Cidadania de Garanhuns, após denúncia apresentada pela ex-vereadora Magda Alves (PSD), que apontou possíveis indícios de superfaturamento na contratação do Cantor.

 

O Magistrado levou em consideração contratos anteriores firmados entre a Prefeitura e o Artista, cujos valores foram de R$ 50 mil em 2024 e R$ 60 mil em 2025.

 

 

Em contato com o Portal V&C Garanhuns, Sivaldo Albino defendeu a regularidade da contratação e afirmou que o valor atualmente cobrado pelo artista corresponde à realidade do mercado. “Todos os shows de Conde Só Brega realizados em 2026, o valor é de R$ 120 mil, é só consultar o Tome Conta do TCE”, declarou o Prefeito.

 

Albino também informou que a Prefeitura recorrerá da decisão judicial. “Vamos recorrer da decisão. Não existe superfaturamento, nem em relação a este Artista, nem a qualquer outro contratado pelo Município. Tem pessoas da oposição que buscam desgastar a nossa imagem querendo tirar a credibilidade de tudo que a gente tem feito”, afirmou o Gestor.

 

Ao justificar o reajuste no valor do cachê, o Prefeito destacou que houve aumento nos preços cobrados pelo Cantor em comparação aos anos anteriores.

 

 

Entretanto, segundo o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), o questionamento não se limita apenas ao valor global da contratação, mas também à composição dos custos prevista no contrato firmado pela Secretaria de Cultura do Município.

 

 

De acordo com trecho do processo citado pelo Promotor Bruno Gottardi, “a Cláusula Primeira estipula que a parcela líquida destinada ao Cantor e à Banda perfaz o total de R$ 46.600,00, enquanto a diferença é integrada por custos operacionais e por taxas cumulativas de intermediação. Foram concedidos 20% a título de taxa de produtora (R$ 24.000,00) e mais 20% a título de taxa de empresário (R$ 24.000,00), ambas direcionadas à mesma pessoa jurídica”.

 

 

Ainda conforme o Ministério Público, “a dupla incidência de remuneração de agenciamento, que atinge o montante expressivo de R$ 48.000,00, desfigura o conceito de Cachê de Artista e indica uma transferência indevida e abusiva de dinheiro público em favor de intermediários, em detrimento dos cofres do Município”.

 

O MPPE também sustenta que os parâmetros utilizados para análise seguem critérios de comparabilidade adotados pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) e pelo próprio Ministério Público. Segundo o processo, “como parâmetro de razoabilidade para a pesquisa de preços de apresentações artísticas em ciclos festivos deve corresponder à média aritmética dos contratos firmados pelo artista no período homólogo de 1º de maio a 31 de julho de 2025, corrigida monetariamente pela variação do IPCA”. Baixe o Processo nº 0004129-29.2026.8.17.2640 clicando AQUI. (@blogcarloseugenio)

 


 

O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) negou um pedido de medida cautelar que buscava suspender pagamentos e novas contratações artísticas relacionadas ao 34º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG 2026). A decisão foi assinada pelo conselheiro relator Valdecir Pascoal e publicada no Diário Eletrônico do TCE nessa quarta-feira, dia 3.

 

 

A representação foi apresentada pela cidadã Rayssa Godoy contra a Prefeitura de Garanhuns. O pedido questionava a regularidade das contratações realizadas por inexigibilidade de licitação para o evento, cujos cachês artísticos divulgados apenas para o Palco Mestre Dominguinhos já somam cerca de R$ 13,9 milhões e devem ser finalizados em cerca de R$ 15 milhões.

 

 

 

 

Na denúncia, foram levantadas suspeitas de possível sobrepreço e distorções em relação aos valores praticados no mercado por Artistas contratados para o Festival.

 

Entretanto, conforme parecer emitido pela Inspetoria Regional de Garanhuns (IRGA) no último dia 28 de maio, não foram identificadas irregularidades nos contratos analisados. O Órgão realizou cruzamento de dados entre os valores pagos pela Prefeitura e os cachês praticados pelos mesmos artistas em outros Municípios e Órgãos Públicos, utilizando informações do sistema Tome Conta, do próprio TCE-PE.

 

 

Segundo a decisão do conselheiro Valdecir Pascoal, relator do Processo, os valores contratados pelo Município foram considerados compatíveis ou inferiores à média de mercado.

 

Outro ponto considerado pelo Tribunal foi o impacto de uma eventual suspensão dos contratos a pouco mais de um mês do início do Festival. O TCE avaliou que a medida poderia causar prejuízos financeiros ao Município, gerar penalidades contratuais e provocar impactos econômicos na rede hoteleira, no comércio e no setor turístico da Região. A decisão ainda será submetida ao referendo da Segunda Câmara do Tribunal de Contas.

 

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Após a decisão, o Prefeito Sivaldo Albino (PSB), divulgou vídeo nas redes sociais associando a ação ao deputado Estadual Izaías Régis (PSD). Segundo o Gestor, a representação teria sido articulada por pessoas ligadas politicamente ao Parlamentar.

 

No pronunciamento, Sivaldo afirmou que a decisão do TCE confirmou que a Prefeitura vem contratando atrações com valores compatíveis aos praticados em Pernambuco e em outras partes do Brasil. O Prefeito também declarou que, em diversos casos, Garanhuns estaria pagando valores inferiores aos de outros Municípios.

 

 

Em resposta, Izaías Régis divulgou nota negando ser contra o Festival de Inverno de Garanhuns como foi registrado por Albino. O Deputado afirmou possuir histórico de apoio ao evento desde o período em que presidia a CDL de Garanhuns e também durante Gestão de como Prefeito do Município.

 

“O que está sendo questionado não é o Festival, mas o volume dos gastos públicos com novas contratações artísticas que já ultrapassam R$ 13 milhões, enquanto a população convive com problemas urgentes que aguardam solução. Temos demandas importantes nas áreas de infraestrutura, recuperação de estradas, investimentos na saúde, e tantas outras necessidades que fazem parte da realidade dos garanhuenses”, chamou a atenção Izaías.

 

Izaías também defendeu a legitimidade da fiscalização dos recursos públicos e afirmou que acionar o Tribunal de Contas é um instrumento legal e democrático disponível a qualquer Cidadão ou Agente Público. Confira a Nota na íntegra abaixo:

 

 

“NOTA OFICIAL – DEPUTADO IZAÍAS RÉGIS

 

Quem conhece minha trajetória sabe que sempre fui um dos maiores defensores do FIG. Desde os primeiros anos do festival, quando presidia a CDL de Garanhuns, trabalhei para fortalecer o evento, contribuindo para trazer grandes atrações e ajudando a consolidar o nome do Festival de Inverno como uma das maiores referências culturais do Nordeste. Como Prefeito, mantive esse compromisso, apoiando o festival, à época produzido por governos do PSB, sempre com programações aquém do tamanho do evento, e segui buscando investir com recursos municipais para que a programação musical tivesse a grandiosidade que Garanhuns merece.

 

Portanto, é absolutamente falso dizer que sou contra o FIG ou que desejo prejudicar sua realização.

 

O que está sendo questionado não é o Festival, mas o volume dos gastos públicos com novas contratações artísticas que já ultrapassam R$ 13 milhões, enquanto a população convive com problemas urgentes que aguardam solução. Temos demandas importantes nas áreas de infraestrutura, recuperação de estradas, investimentos na saúde, e tantas outras necessidades que fazem parte da realidade dos garanhuenses.

 

Acionar o Tribunal de Contas do Estado é um instrumento legal, democrático e previsto para qualquer cidadão ou agente público que entenda ser necessária uma análise técnica sobre a aplicação dos recursos públicos. A representação apresentada não pede o cancelamento do FIG. Ela busca apenas que haja uma avaliação sobre a razoabilidade, a economicidade e a prioridade desses gastos diante da situação do município.

 

Fiscalizar não é atrapalhar. Fiscalizar é cumprir um dever. Quem exerce a vida pública deve estar preparado para prestar contas de suas decisões e compreender que o dinheiro utilizado não pertence ao Gestor, mas à população.

 

Continuarei defendendo o Festival de Inverno de Garanhuns, como sempre defendi ao longo da minha vida pública. Mas continuarei também defendendo a responsabilidade com os recursos públicos, porque cultura e boa gestão podem e devem caminhar juntas”. (@blogcarloseugenio)

 


 

O Juiz da Vara da Fazenda Pública de Garanhuns determinou, nesta quinta-feira, dia 4, a redução cautelar do contrato firmado pela Prefeitura de Garanhuns para a apresentação do artista Conde Só Brega durante a Festa de Santo Antônio. O valor inicialmente contratado, de R$ 120 mil, foi limitado judicialmente a R$ 76 mil, acrescidos de correção pelo IPCA.

 

A decisão foi assinada pelo juiz Glacidelson Antonio da Silva após ação movida pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da 2ª Promotoria de Defesa da Cidadania de Garanhuns, que apontou indícios de superfaturamento e irregularidades na contratação realizada por inexigibilidade de licitação.

 

 

 

Segundo o MPPE, que foi provocado pela Ex-vereadora Magda Alves (relembre AQUI e AQUI), o mesmo Artista havia sido contratado pelo Município por R$ 50 mil em 2024 e por R$ 60 mil em 2025, ambos durante o Festival de Inverno de Garanhuns. O Órgão Ministerial argumentou que o salto para R$ 120 mil representaria um aumento de 100% em apenas um ano.

 

 

Na decisão, o Magistrado destacou que os dados apresentados pelo Ministério Público apontam que a média de cachês pagos ao Artista em municípios pernambucanos durante o ciclo junino de 2025 ficou em torno de R$ 76 mil, com teto máximo de R$ 80 mil. O Juiz também considerou indícios de irregularidade na composição financeira do contrato.

 

Conforme os autos, a planilha previa que apenas R$ 46,6 mil seriam destinados diretamente ao cantor e à banda, enquanto R$ 48 mil corresponderiam a taxas de intermediação atribuídas à mesma empresa responsável pela contratação artística.

 

 

Apesar de reconhecer os indícios de sobrepreço, a Justiça optou por não suspender o show, previsto para 12 de junho, argumentando que o cancelamento poderia causar prejuízos econômicos e culturais ao Município. Em vez disso, determinou a manutenção do evento com adequação do valor contratual aos parâmetros considerados razoáveis.

 

A decisão ainda obriga a Prefeitura de Garanhuns e a Secretaria Municipal de Cultura a incluírem, em até 24 horas, uma cláusula contratual proibindo manifestações de promoção pessoal de autoridades públicas durante o espetáculo. O descumprimento poderá gerar multa de R$ 10 mil por dia. Baixe o Processo nº 0004129-29.2026.8.17.2640 clicando AQUI.

 

 

SUPERFATURAMENTO – Magda Alves já havia denunciado um superfaturamento de 60% em contratação artística realizada pela Prefeitura de Garanhuns em 2023. À época, ela apontou irregularidades na contratação da cantora Liv Moraes para o evento Viva Garanhuns, denúncia posteriormente confirmada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Relembre clicando AQUI.

 

 

Em janeiro deste ano, o MPPE ajuizou uma Ação Civil de Improbidade Administrativa contra a secretária de Cultura de Garanhuns, Sandra Albino, e uma Empresa do segmento de eventos.

 

 

Segundo o Órgão, um Laudo Pericial Contábil identificou superfaturamento de aproximadamente 60% em relação ao preço médio de mercado, causando prejuízo estimado em R$ 15 mil aos cofres públicos.

 

 

Na ação, o Ministério Público pede a indisponibilidade de bens dos réus no valor de R$ 30 mil, além das sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa, como ressarcimento ao erário, multa, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o poder público. A secretária Sandra Albino e a Empresa ainda não se pronunciaram sobre o assunto. (@blogcarloseugenio)

 


 

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) negou o pedido de medida cautelar que buscava suspender pagamentos e novas contratações artísticas relacionadas ao 34º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG 2026). A decisão foi assinada pelo conselheiro relator Valdecir Pascoal e publicada no Diário Eletrônico do TCE desta quarta-feira, dia 3.

 

 

A representação foi apresentada pela cidadã Rayssa Godoy contra a Prefeitura de Garanhuns, questionando a regularidade das contratações realizadas por inexigibilidade de licitação para o evento, que somam, até o momento, aproximadamente R$ 14 milhões (R$ 13.935.000,00) em cachês artísticos divulgados apenas para o Palco Mestre Dominguinhos. A denunciante alegava possível sobrepreço e distorções estatísticas em relação aos valores praticados no mercado.

 

Confira nas imagens abaixo os valores contratados apenas para o Palco Mestre Dominguinhos, cuja estimativa é que fiquem orçados em R$ 15 milhões de reais:

 

 

 

 

No entanto, de acordo com parecer da Inspetoria Regional de Garanhuns (IRGA), emitido no último dia 28 de maio, não foram identificadas irregularidades nos valores contratados. O Órgão realizou cruzamento de dados entre os contratos firmados pela Prefeitura e os preços praticados pelos mesmos artistas em outros Municípios e entes governamentais, utilizando informações do sistema Tome Conta do TCE-PE.

 

 

Segundo a decisão, os valores pagos pela Prefeitura de Garanhuns foram considerados compatíveis ou inferiores à média de mercado. O Relator também destacou que os contratos incluem despesas indiretas, como passagens aéreas, alimentação, transporte de equipamentos, equipes técnicas e impostos.

 

 

O TCE ainda considerou que a suspensão dos contratos, faltando pouco mais de um mês para o início do Festival, poderia gerar prejuízos ao Município, incluindo penalidades contratuais, impactos na programação do evento e danos econômicos à rede hoteleira, ao comércio e ao setor turístico da Região.

 

 

Com isso, o conselheiro Valdecir Pascoal (imagem acima) decidiu não conceder a medida cautelar solicitada contra a Prefeitura de Garanhuns. A decisão ainda será submetida ao referendo da Segunda Câmara do Tribunal de Contas. (@blogcarloseugenio)  

 


 

A vereadora do Recife e professora de Direito da UFPE, Liana Cirne (PT), foi recebida nesta quarta-feira, dia 3, no Centro de Apoio Operacional de Defesa da Educação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) pelo promotor de Justiça Maxwell Vignoli. O encontro teve como pauta o cumprimento da Lei do Piso Salarial Nacional do Magistério pelos municípios pernambucanos.

 

Durante a reunião, Liana apresentou ao MPPE uma relação de cidades denunciadas ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) por suposto descumprimento da legislação que estabelece o piso nacional dos profissionais da educação.

 

 

Os municípios denunciados nesta primeira remessa são: Bezerros, Bom Conselho, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Caruaru, Casinhas, Gravatá, Ilha de Itamaracá, Lagoa dos Gatos, Olinda, Quipapá, Riacho das Almas, Salgadinho, São João e São Lourenço da Mata.

 

“Estamos falando de uma lei nacional que precisa ser respeitada. O piso salarial dos professores é uma conquista histórica da categoria e não pode ser tratado como uma opção pelos gestores municipais”, afirmou Liana Cirne.

 

 

As representações integram o “Pisômetro”, iniciativa criada pela parlamentar para fiscalizar o cumprimento do piso nacional do magistério nos municípios pernambucanos. As denúncias foram elaboradas a partir de uma escuta realizada em 14 de abril de 2026, que reuniu professores de mais de 40 cidades do estado, incluindo municípios da Região Metropolitana do Recife, do Agreste e do Sertão.

 

A expectativa é que as denúncias sejam encaminhadas e analisadas pelas promotorias com atuação em cada município, possibilitando a adoção das medidas cabíveis para assegurar o cumprimento da legislação e a valorização dos profissionais da educação. (@blogcarloseugenio, com informações e imagens da Assessoria)

 


 

A deputada Estadual Débora Almeida recebeu, nessa segunda-feira, dia 1º, uma homenagem do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) em reconhecimento ao apoio prestado à instituição por meio da destinação de Emendas Parlamentares. Ao todo, a Parlamentar destinou R$ 300 mil para fortalecer o trabalho realizado pelo Hospital, referência no atendimento oncológico em Pernambuco.

 

A homenagem foi entregue pelo diretor do Hospital de Câncer de Pernambuco, Sidney Batista Neves, durante solenidade realizada na Instituição.

 

 

“A gente escuta relatos de muitas pessoas e pacientes que vêm para cá, muitas vezes com a fé e a esperança de se tratar e ter a cura. Fico muito feliz em poder contribuir com meu mandato e as emendas com esse trabalho lindo que é feito por todos que fazem parte do Hospital de Câncer. É muito gratificante e estou aqui para reafirmar o nosso compromisso e reforçar a importância do Hospital do Câncer para Pernambuco, por atender pessoas de todo o estado, das mais variadas regiões pernambucanas”, afirmou a Deputada.

 

A Parlamentar ressaltou ainda que investir na saúde é garantir melhores condições de atendimento à população e fortalecer instituições que desempenham um papel fundamental no acolhimento e tratamento de pacientes de todas as regiões do Estado.

 

O Hospital de Câncer de Pernambuco é uma das principais referências no tratamento oncológico do Nordeste, recebendo diariamente pacientes de diversos municípios pernambucanos. A homenagem reforça o reconhecimento da Instituição às iniciativas que contribuem para a manutenção e ampliação dos serviços oferecidos à população. (@blogcarloseugenio,com imagens de Matheus Augusto)

 


 

O Município de Garanhuns foi contemplado com um micro-ônibus destinado ao transporte sanitário eletivo de pacientes do SUS. A entrega do Governo Federal, através do Ministério da Saúde, é parte do programa Agora tem Especialistas – Caminhos da Saúde, com investimento do Novo PAC. Orçado em R$ 584.600,00, o veículo comporta até 30 pessoas e dispõe de acessibilidade para cadeirantes.

 

 

A entrega do veículo foi realizada nessa sexta-feira, dia 29, em Serra Talhada, durante evento que contou com a participação de Fernando Figueira, diretor do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência do Ministério da Saúde. A Secretária de Saúde, Catarina Tenório, e o diretor de Transportes da Saúde, Anderson Valença, representaram o Município.

 

 

“Estamos felizes com a parceria fortalecida de Garanhuns junto ao Governo Federal. Somente através do Agora tem Especialistas, recebemos a Carreta da Saúde da Mulher, em outubro de 2025, e a pactuação do Hospital Infantil para ampliação dos serviços via SUS, além do micro-ônibus que chega para garantir um acesso seguro aos pacientes eletivos”, comentou a secretária de Saúde, Catarina Tenório. (@blogcarloseugenio, com imagens de Paula Mayer/PMG)

 

 


 

Passados pouco mais de três meses da enchente que deixou cerca de 200 famílias desalojadas e provocou prejuízos para moradores do Distrito de São Pedro, em Garanhuns, a Prefeitura de Garanhuns deu início a um processo para comprar e instalar um Sistema de Sirene Inteligente para emissão de alertas sonoros em situações de risco.

 

 

A medida foi oficializada por meio de uma solicitação de proposta de preço, publicada pela Secretaria de Infraestrutura, Obras e Serviços Públicos, no Diário Oficial. O objetivo, segundo a publicação, é instalar “um sistema capaz de emitir alertas emergenciais em casos de enchentes provocadas pelo transbordamento do Rio Canhoto”. O aviso permitirá evacuações mais rápidas em caso de aumento do nível do manancial.

 

 

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Um post compartilhado por Governo SP (@governosp)

  Confira como funcionará o Sistema clicando na imagem. 

 

Segundo o documento, o Sistema deverá contar com acionamento remoto via internet ou rádio, funcionamento com energia elétrica e/ou painel solar, autonomia por bateria selada e estrutura resistente para uso externo.

 

 

Apesar da iniciativa, a instalação da sirene representa apenas uma solução paliativa diante da gravidade do problema enfrentado pela população do Distrito, prejudicada por duas ocasiões nos últimos anos, em julho de 2022 (relembre AQUI), e em fevereiro passado, quando famílias perderam móveis, eletrodomésticos, roupas e alimentos. Embora a Prefeitura tenha concedido um auxílio emergencial de R$ 5 mil às famílias afetadas, muitos moradores, sobretudo pequenos comerciantes, consideraram o valor insuficiente diante dos prejuízos acumulados.

 

 

SOLUÇÕES DE FATO – Entre as medidas consideradas estruturantes para evitar novas tragédias em São Pedro estão a construção de uma barragem de contenção; o alargamento do leito do rio; a ampliação de uma ponte localizada no eixo central do Distrito, que por ser estreita,  compromete a vazão da água durante períodos de chuva intensa, além da principal e definitiva, que é a construção de moradias populares para reassentamento das famílias que vivem às margens do Rio Canhoto. O Blog não conseguiu apurar se algumas dessas providências vem sendo adotadas pela Municipalidade.

 

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Há cerca de dois meses, no dia 4 de abril, moradores que residem na área de risco se mobilizaram e cobraram intervenções definitivas capazes de impedir que a população continue convivendo com o medo das enchentes. Em vídeos enviados ao Blog do Carlos Eugênio, os populares mostraram preocupação com a chegada do período chuvoso e do temor de novos alagamentos, porém a Gestão Municipal sequer se pronunciou após a mobilização. (@blogcarloseugenio)